“Antes de iniciar o evento na rua, na sala de reuniões da Amia, encontravam-se autoridades da comunidade judaica e do governo atual do país, incluindo vários ministros de Estado. Muitos falaram e se expressaram com palavras bonitas, tão importantes quanto constrangedoras. A melhor frase escutei de um senhor presente, que no meu ouvido sussurrou: ‘Estamos aqui para celebrar nossa vergonha’, descreve Mario Fleck, que participou do ato em homenagem às vítimas na Argentina. E questiona: “O mais importante é entendermos que lição podemos extrair disso tudo. Que mensagens esses 25 anos inconclusivos nos passam?” Confira o artigo completo na nossa versão impressa.
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